| A possibilidade de gerar, a partir de um programa para uma superfície comercial, um edifício de grande qualidade construtiva, que subverta as lógicas normalmente utilizadas numa operação deste tipo, é a grande mais-valia desta intervenção.
A estratégia delineada promove relações de continuidade entre a envolvente dispersa e o novo edifício, criando plataformas de contacto entre o público e o privado, que estabelecem um novo espaço público e de uso comunitário. O edifício propõe-se no tecido urbano, como um “quase equipamento público”, definindo novas regras de ocupação do solo. |